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Preparar 2026: como as empresas devem repensar o IT no próximo ciclo

  • 31 de out. de 2025
  • 2 min de leitura


2026 não vai premiar quem tem mais tecnologia, mas quem tem mais clareza.


O fim do ano é, por natureza, um momento de balanço — olhar para trás, medir resultados e projetar o que vem a seguir. Mas no IT, dezembro é mais do que um fecho: é um ponto de viragem.


À medida que as organizações se preparam para 2026, é inevitável uma reflexão mais profunda sobre a forma como gerem tecnologia: não apenas quanto investem, mas como investem.

A próxima etapa da maturidade digital não será marcada pela adoção de novas ferramentas, mas pela capacidade de gerar clareza, eficiência e alinhamento estratégico.


1. Gestão orçamental: do custo à previsibilidade

O contexto económico e regulatório de 2025 obrigou as empresas a fazer mais com menos.

O aumento dos custos de operação, as exigências de conformidade (NIS2, DORA, ESG) e a pressão para manter equipas produtivas transformaram o IT numa função crítica — mas também num centro de despesa que precisa de transparência.


Em 2026, o foco deve ser previsibilidade orçamental:

  • compreender o custo real de cada serviço;

  • eliminar redundâncias;

  • e adotar modelos que permitam escalar sem imprevisibilidade financeira.


Modelos como Managed Services ou Device as a Service (DaaS) vão continuar a crescer, não apenas pela redução de custos diretos, mas pela estabilidade e controlo que proporcionam.


2. Consolidação de fornecedores: menos contratos, mais valor

Nos últimos anos, a expansão tecnológica trouxe diversidade — e complexidade.

Várias plataformas, múltiplos parceiros, contratos sobrepostos e responsabilidades difusas.

2026 será o ano da racionalização.

Empresas maduras não procurarão mais fornecedores — procurarão parceiros estratégicos, capazes de integrar serviços, alinhar métricas e partilhar responsabilidade pelos resultados.


A consolidação traz ganhos em três frentes:

  • governança, porque reduz pontos de falha e aumenta a visibilidade;

  • eficiência, porque simplifica processos e comunicações;

  • inovação, porque liberta tempo e foco para evoluir, não apenas manter.


3. IT como investimento estratégico

Durante anos, o IT foi visto como suporte.Hoje, é o motor da operação, da experiência do cliente e da vantagem competitiva.


Entrar em 2026 com essa mentalidade significa reposicionar o IT como investimento, não como custo fixo.


Cada decisão tecnológica deve estar ligada a um KPI de negócio:

  • eficiência operacional,

  • tempo de resposta,

  • segurança,

  • satisfação interna e externa.


A maturidade digital mede-se pela capacidade de transformar tecnologia em resultados tangíveis — e de comunicar esse impacto à gestão.

2026: o ano da clareza

O próximo ciclo não premiará quem tiver mais plataformas, dashboards ou projetos em curso.

Premiará quem tiver clareza: claridade nos custos,claridade nos processos,claridade nas prioridades.


Na Linkcom, acreditamos que o verdadeiro avanço tecnológico não vem da multiplicação de ferramentas, mas da integração inteligente — do equilíbrio entre controlo e evolução, estabilidade e inovação.


2026 não será sobre crescer mais depressa. Será sobre crescer com propósito, estrutura e previsibilidade.


Saiba como a Linkcom pode ajudar a repensar a sua estratégia de IT para o próximo ciclo em:www.linkcom.pt

 
 
 

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