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Image by NASA

O Backup não é apenas técnico. É responsabilidade de gestão.

  • leonorgoncalves48
  • 9 de jul.
  • 3 min de leitura
Ilustração de Backup as a Service com nuvem, segurança de dados e recuperação automática para continuidade empresarial

Falamos tanto de transformação digital, de inovação, de automação, de inteligência artificial. Mas há uma pergunta fundamental que qualquer gestor devia fazer a si mesmo: o que acontece à nossa operação se perdermos os nossos dados críticos? 


Num mundo onde as empresas dependem cada vez mais de sistemas digitais — para comunicar com clientes, processar vendas, gerir stocks, emitir salários, garantir conformidade legal — perder dados não é apenas um problema de IT. É um risco estratégico. 


Durante anos, muitas organizações trataram o backup como um detalhe técnico. Uma tarefa delegada a um administrador de sistemas, um script noturno, um disco externo ou um storage comprado há anos. A ideia era simples: “temos backups”. Mas essa frase — que tantas vezes tranquiliza — não diz nada sobre a capacidade real de recuperar. 

Ter backups não é suficiente. O que interessa é recuperar. Com rapidez. Com segurança. Com integridade. 

 

A mudança no cenário de risco 

Quando pensamos em riscos de perda de dados, o imaginário tradicional era falha de hardware, desastre físico, erro humano. E esses riscos continuam. Mas hoje, há novos fatores — mais sofisticados, mais destrutivos. 

Os ataques de ransomware são talvez o exemplo mais claro. Não só cifram dados de produção, como procuram e eliminam backups inseguros. Conhecemos casos em Portugal em que empresas pagaram resgates mesmo tendo backups — porque esses backups estavam no mesmo domínio, sem encriptação ou retenção imutável, facilmente destruídos pelo atacante. 

Noutro exemplo real, uma PME industrial confiava em backups manuais para um NAS local. Depois de uma inundação que afetou a sala onde o servidor estava, descobriram que a última cópia utilizável tinha quase um mês. Custou-lhes dias de produção, contratos penalizados e uma negociação difícil com clientes. 

Estas histórias não são exceções. São sintomas de um problema: tratar o backup como um “check” técnico, e não como uma política de continuidade de negócio. 

 

Backup como decisão de gestão: garantir backups fiáveis e uma recuperação eficaz não é responsabilidade exclusiva da equipa de IT. É uma decisão de gestão de risco. 

As direções de empresas preocupam-se (e bem) com segurança física, seguros de responsabilidade civil, compliance legal, reputação. Mas muitas vezes subestimam a exposição criada por backups frágeis, improvisados ou não testados. 

Quando surge o incidente — e hoje é cada vez mais um “quando” do que um “se” — a diferença entre manter a confiança do mercado ou sofrer danos graves está em algo tão simples como poder responder: 

“Sim, temos um plano. Sim, conseguimos recuperar. Sabemos quanto tempo demora. Sabemos o que perdemos — ou não perdemos nada.” 

Esse grau de previsibilidade e segurança não acontece por acaso. Constrói-se. 

 

Não se trata apenas de tecnologia, mas de processo. Um bom backup não é apenas uma solução técnica. É um processo pensado, que necessita: 

  • Saber o que realmente precisa de ser protegido. 

  • Garantir retenções adequadas, alinhadas com exigências legais como RGPD, NIS2 ou DORA. 

  • Usar encriptação para proteger dados sensíveis. 

  • Ter cópias fora do local, na cloud ou em storage imutável. 

  • Automatizar, para reduzir falhas humanas. 

  • E, sobretudo, testar. Porque um backup não testado é um backup em que não se pode confiar. 

 

Backup as a Service: um compromisso de recuperação 

Na Linkcom, encaramos o Backup as a Service não como um produto ou uma quota de armazenamento vendida na cloud. Para nós, é um compromisso. 

Ajudamos os nossos clientes a mapear dados críticos, a definir políticas de retenção e encriptação, a automatizar processos, a monitorizar a integridade das cópias todos os dias. E, tão importante como tudo isto, a desenhar e testar planos de recuperação. 

Já vimos empresas que conseguiam recuperar ficheiros pontuais, mas não bases de dados críticas. Empresas que tinham backups completos, mas cujo restauro demorava dias — tempo que o negócio não pode pagar. Empresas que pagaram resgates ou ficaram paradas porque subestimaram a sofisticação de ataques modernos. 

Por isso, o nosso serviço não acaba na configuração inicial. Inclui acompanhamento contínuo, suporte local, revisões periódicas. Porque sabemos que as necessidades mudam, os sistemas evoluem, e os riscos também. 

 

Um bom backup é sinal de maturidade 

 

Ter uma estratégia de backup bem pensada e testada não é apenas uma boa prática técnica. É um sinal de gestão madura. É uma demonstração de responsabilidade — para com clientes, parceiros, acionistas e equipas. 

Não investir num plano de backup sólido não é poupar custos.  

É assumir riscos desnecessários. 


Na Linkcom, trabalhamos todos os dias para ajudar empresas em Portugal a transformarem um detalhe técnico num pilar real de continuidade de negócio. 

Se quer saber como, estamos prontos para conversar. 

Porque no fim, a questão não é ter backups. É garantir que consegue recuperar. 

 

 
 
 

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